Chovem trevos e eu encho a mão deles; corro para alcançar mais e mais quando, já descrente de tamanha sorte, vejo minha felicidade vindo na minha direção, sorrindo tanto, tanto... De repente é uma tempestade de trevos que me afoga, minhas mãos mal se fecham de tantos trevinhos de quatro folhas que as preenchem. Enquanto isso, a felicidade me abraça como se nunca mais me pudesse soltar! Jogo meus trevos pro alto - de que importam? - seguro-a - ah, linda felicidade! -, encho-me dela até não poder mais!
(Embora não conte que vá perdê-la, guardo uma dúzia de trevos no bolso para possíveis imprevistos.)
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